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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Viabilidade

Senhores, um ponto fundamental para qualquer delegado seria pensar se aquilo que está propondo vai de acordo com a política externa de seu país e se realmente a nação representada tem condições para realizar o projeto discutido.
Exemplos seriam estes: A delegação dos EUA entra com um projeto no qual ela doaria metade de todo seu capital para ajudar países africanos. Esta proposta é totalmente absurda pois nunca que o governo norte-americano aceitaria este acordo. Outro exemplo seria se a delegação do Egito propusesse canalizar água do Rio Nilo até a África do Sul , sabendo que o Egito se encontra ao norte e a África do Sul no sul e entre os dois ainda encontramos o Deserto do Saara. Este processo seria muito caro e totalmente sem noção devido às circunstâncias apresentadas.
Então, delegados do comitê 4, pensem na capacidade de seus países e não proponham soluções faraônicas somente para ser destaque na reunião, já que muitas vezes ideias mal pensadas poderão voltar como fortes argumentos contrários. Só para exemplificar: não coloquem no Haiti a energia eólica visto que o país não possui território nem condições financeiras para tal feito.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Energia Eólica e a Energia Solar




Essas são duas fonte que com certeza, merecem espaço nas discussões deste comitê . A energia eólica funciona a partir de massas de ar que por sua vez movimentam hélices fixadas a um gerador de energia transformando a energia mecânica em energia elétrica. Para que este tipo de energia seja utilizado torna-se necessário que se utilize uma grande área para que assim o vento possa circular, desde que esse vento seja constante sem turbulências e paradas. A energia dos ventos, hoje, coloca-se como uma das principais apostas para geração de energia, já que é praticamente inesgotável e também por ser considerada uma das menos poluidoras. Na figura acima encontra-se um esquema simplificado do processo de obtenção da energia eólica.



A energia solar consiste na instalação de painéis que tem a capacidade de transformar a energia proveniente do Sol em energia elétrica. Este parece ser um processo muito simples, mas não , a obtenção da energia solar passa por muitas dificuldades, uma vez que tem um custo extremamente elevado, ao mesmo tempo que se apresenta como uma fonte de energia totalmente limpa por não liberar nenhum dos gases estufa na atmosfera.
No esquema ao lado podemos notar como funciona um desses painéis solares

terça-feira, 17 de maio de 2011

Comitê 04: Fontes Alternativas de energia

Sejam bem-vindos senhores delegados do Comitê 04!
Em primeiro lugar gostaria de lembrar que o tema de suas discussões, hoje, mostra-se como um dos temas mais polêmicos debatidos pela comunidade internacional. Por isso gostaria de lembrar aos senhores sobre importância do conhecimento de termos técnicos, para que assim a fluêcia do debate seja melhorada.
Em segundo lugar coloco a sua disposição o meu e-mail ( marco13a@hotmail.com) para que os senhores possam encaminhar a mim algumas dúvidas que eventualmente tenham surgido.
Além disso colocarei nesta primeira postagem um breve resumo sobre uma das mais polêmicas, fontes de energia alternativa: O Biodiesel.
Todos sabemos que a humanidade se tornou totalmente dependente dos combustíveis fósseis, por isso estes não podem ser substituídos, por qualquer que seja a outra fonte, de maneira imediata. O Biodiesel é proveniente de óleos, principalmente os vegetais, mostrando-se uma das mais eficazes soluções para o problema deixado pelos combustíveis fósseis, uma vez que liberam menores quantidades de gases estufas e ser praticamente isento de compostos sulfurados.
A obtenção desta fonte de energia encontra-se ligada ao plantio e cultivo de alguns tipos vegetais como: a soja, o óleo de palma, a cana-de-açúcar, o milho dentre muitos outros. Como toda fonte de energia possui algum ponto negativo o Biodiesel possui como principal argumento contrário os riscos para com a segurança alimentar dos países envolvidos, já que a implantação destes cultivos voltados para a produção energética podem gerar preferência dos agricultores que antes se voltavam para a produção alimentícia.